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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Continuação....Amor é...é...A incerteza da existência do amor eterno

 Agradeço aos comentários, e, por isso resolvi colocar mais alguns trechos desse meu texto, haja vista que houve uma interpretação errônea sobre meus escritos. Não estou falando que o amor não existe, estou apenas questionando sobre relacionamentos amorosos que sobre influencias da mídia cultural e tradições antigas. O amor é idealizado se tornando fantasioso e cruel ao ponto que ele só é "eterno e bonito" se houver sofrimento e impedimento de união de duas "almas amantes". Para não cansar, nem haver poluição visual, pois são 3 páginas no total.... Então colocarei trechos suficientes para que meu ponto de vista seja ao menos compreendido:

..... Não só nas músicas, o amor foi representado nas artes em geral: peças de teatro, pinturas, nos filmes, novelas, e claro nas poesias, a melhor forma de expressão de um grande amor. Quem não se emocionou ao assistir E o vento levou, ou ao ver obras de artes de Leonardo da Vinci, ou quem sabe assistindo o amor impossível dos protagonistas da novela das oito ouvindo aquela trilha sonora que fala de um amor sublime, único, verdadeiro e eterno como “...é o amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim, que me faz lembrar de você esquecer de mim,...entender que a vida é nada sem você”, nas vozes de angustia e desespero de Zezé de Camargo e Luciano. E as poesias então, como os de Vinicius de Morais, Soneto da Fidelidade: ”De tudo, ao meu amor serei atento, antes, e com tal zelo e sempre” Porém o fim do soneto afirma algo que foi dito logo a cima:” Que não seja imortal, pôsto que é chama, Mas que seja infinito enquanto dure.” Que é reafirmado num trecho da música de Jota Quest, Mais uma vez: "Te tenho com a certeza de que você pode ir, te amo com a certeza de que irá voltar pra gente ser feliz."
       O amor não existe ou apenas é muito frágil. Afinal de contas, os seres humanos têm a capacidade de jurarem amor eterno em um dia e no outro já terem um novo amor. Isso não significa propriamente dito, que a pessoa além de mentirosa é leviana. NÃO! Com toda a certeza havia sinceridade na declaração, porém acabou, desapaixonou desamou. As pessoas têm o direito de amar imensamente quantas vezes quiserem sem serem taxadas de inconstante, como afirma Augusto Cury: “Poderemos nunca compreender totalmente o verdadeiro tipo de amor, a sua dimensão, intensidade e intencionalidade que os outros nos declaram.”
            Ao analisar melhor o certo seria dizer que o amor existe, o que não existe é o amor eterno, haja vista que o que caracteriza ele(o amor) é o fato dele ser inconstante, surpreendente e acima de tudo inexplicável. Afinal,  como afirma Emanuel Werthei "o amor eterno é de muito breve duração: podemos odiar eternamente, porém, amar eternamente, não”.
Ainda falta uma página rsrs e olha que eu cortei muita coisa para postar aqui, entretanto , creio que meu posicionamento foi esclarecido. Grata!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O amor é.. é... A incerteza da existência do amor eterno.


 Resolvi começar esse blog com um trecho, na verdade, o inicio, desse texto de minha autoria.

    Um dos temas mais focalizado desde que mundo é mundo, o AMOR nos traz uma sensação boa mesmo quando não é lá grande coisa. Quem não sonha com um amor eterno daqueles capazes de tudo, um amor para eternidade do tipo de ROMEU E JULIETA? Quem nunca desejou ligar o radio e ouvir a sua história de amor virá música cantada por sua banda favorita? Porem será q isso tudo realmente existe ou apenas é algo para entreter meros mortais? Talvez esse amor nem exista, porque, afinal de conta mal sabemos o que é essa tal de amor que um dia o rei Roberto Carlos jurou que “é para sempre é para eternidade".


Gostaram? Comentem... se for do agrado de vocês, postarei o resto.